
Point
Bom dia Dezembro, em terras inseguras e muito preocupantes nos estamos chegando a mais um final de ano, sem muito mais nem menos, estamos somente no final do ano. Um dia estamos sonhando e no outro nossos sonhos se tornam realidade, aquela que nunca saberíamos como realmente seria, se apenas me tivessem dito que era assim.
Corações foram quebrados, erros foram feitos, lições duras foram aprendidas e depois de muito trabalho ainda parece estar tudo parado, ainda que tudo nesse mundo pareça ser tao firma como prego na areia. O mundo se move sem que nos percebamos, e nem mesmo precisa da nossa ajuda para continuar adiante. Não sei ainda como chegamos aqui, só sei que aqui estamos, todos nos.
Dificuldades são nossos tijolos de caráter e personalidade, tudo o que acontece contra e a favor de nos aqui nesse mundo de alguma maneira nos muda, altera o nosso sistema e nos ensina ou nos molda em um novo Eu. Tudo que passa ao nosso redor é também fruto de nosso empenho, dedicação e principalmente das nossas ações mesmo que sejam retas. Pois até os íntegros neste mundo são condenados. Dezembro seria um mês para refletimos o que foi nosso ano, o que fizemos com ele, se por acaso o colocamos no nosso pódio dos melhores anos de nossas vidas, ou somente mais uma corrida insignificante.
O tempo não para de passar, e a estrada cada vez parece ser maior, até porque não conseguiríamos parar o tempo de nenhuma maneira, ele é uma constante, um investimento que precisa ser bem aproveitado para o melhor de nossas vidas e de outras, pois esse mesmo não volta. Aqui, em tudo estaremos investindo nosso tempo, ou para aqueles que não sabem essa palavra, estarão gastando tempo, pois o gasto não tem retorno, o investimento sim.
O ano passou com grandes mudanças e poucas alterações, o que me faz acreditar que, quanto mais o mundo muda, mais ele fica o mesmo, somente as proporções e a readaptação das pessoas que sofrem as mudanças. Mas essa é grande verdade, meninos se tornam homens, homens se tornam maridos e pais, e nos estamos fazendo o melhor que podemos.
Assim continuo atuando ao máximo, constantemente ao prol do melhor para meu egocentrismo, não entendendo que ser você mesmo muda seu caráter, e eu não lembro exatamente quando as coisas mudaram, só sei que mudaram. Alguns momentos pensamos que somos impenetráveis, outros, nos encontramos com o coração batendo fora do nosso peito, expostos aos elementos. Viver intensamente tem sido a maior dadiva, dolorosa e gratificante emoção que poderia existir, fazemos silencio para nos protegermos do mundo, por isso a vontade de tentar sera sempre a força para ir em frente, não somente para mim, mas para todos que em Dezembro relembraram dos seus melhores tempos.